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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Falando de Direitos - Alimentação e Saúde no SUS

O PT de Ubatuba traz ao blog um vídeo sobre a Alimentação e Saúde no SUS e a atuação dos profissionais de saúde na área, principalmente, aqueles ligados a SAÚDE NUTRICIONAL. O video é um trabalho da Ação Brasileira pela Nutrição e Direitos Humanos (ABRANDH) que é uma organização da sociedade civil de interesse público (OSCIP) e tem como objetivo operacionalizar e monitorar a realização do Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA) no Brasil e em outras regiões da América Latina.

Leia mais sobre o tema: abrandh.org.br/paginas/palavrao.aspx

O vídeo foi disponibilizado pelo companheiro Marquinhos do PT de Caraguatatuba, radical combatente contra a fome.



Postado pela Assessoria de Imprensa - 08/12/2011


quarta-feira, 27 de julho de 2011

PAC 2: São Paulo terá R$ 41,5 milhões para novas Unidades Básicas de Saúde

Recursos do PAC 2 serão transferidos para a construção de 114 unidades no estado. Investimento total no país será de R$ 336,8 milhões em 2011

O Ministério da Saúde vai destinar, até o fim de 2011, R$ 41,5 milhões para o estado de São Paulo construir 114 Unidades Básicas de Saúde (UBS). A medida intensifica as ações para consolidar o novo modelo de atenção básica em saúde no Brasil. As unidades serão construídas seguindo novos parâmetros arquitetônicos (quantidade de salas e espaço físico) e de atendimento (acolhimento e classificação de risco). O ministério já liberou a primeira parcela para a construção de 1.219 UBS, em todos os estados, incluídas no Programa Brasil sem Miséria.

“O novo modelo para a atenção básica, que inclui a reforma e construção de unidades básicas de saúde, é uma prioridade do Governo Federal na estratégia de reduzir as desigualdades no país. Inclusive, no novo modelo de financiamento, os repasses para os municípios prioritários, seguindo critérios de desenvolvimento socioeconômico, são maiores”, ressalta o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Os recursos de R$ 336,8 milhões para os estados e municípios construírem todas essas novas unidades são provenientes do Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC 2).

A classificação das UBS determina o investimento para a construção das unidades e leva em conta o número de Equipes de Saúde da Família (ESF) vinculadas a elas. Unidades básicas de saúde com uma ESF recebem o incentivo de R$ 200 mil. Com duas ESF, o valor é de R$ 266,6 mil; e com três ESF, de R$ 400 mil. Acima desse número de ESF, os valores repassados variam de acordo com a análise de cada processo.

PADRÃO DE QUALIDADE – A estratégia de fortalecimento da atenção básica inclui, também, a reforma e a ampliação das 36,8 mil unidades em funcionamento atualmente no país. Essas UBS vão passar por uma padronização da infraestrutura, de acordo com critérios para garantir a humanização do atendimento. Até o fim do ano, o Ministério da Saúde finalizará um diagnóstico preciso das necessidades de cada UBS no Brasil, para definir o volume de recursos necessários para os municípios realizarem as obras.

“O Ministério da Saúde trabalha para melhorar o padrão de qualidade do atendimento ao usuário do Sistema Único de Saúde e vai acompanhar e avaliar, de perto, os serviços prestados”, destaca o ministro Padilha.

As UBS – novas e antigas – terão consultórios para todos os profissionais de saúde (médicos, dentistas e enfermeiros); sala de recepção com espaço amplo para os pacientes aguardarem o atendimento; sala de acolhimento, onde os profissionais farão a triagem do paciente, com diagnóstico e classificação de risco do problema de saúde; além de uma sala de observação, para primeiro atendimento de urgência. Todas as unidades estarão conectadas à internet por meio da rede banda larga.

A proposta das UBS é fornecer atenção integral à saúde da comunidade, desenvolvendo atividades não só de promoção e atenção à saúde, como também procedimentos ambulatoriais em casos de urgência que não necessitem de especialistas. A maior parte das UBS (71%) abrigam Equipes de Saúde da Família, responsáveis por atender uma comunidade, prestando assistência mais humanizada e eficaz.

OUTRAS MEDIDAS – O Ministério também definiu, neste mês, as novas regras para a transferência dos repasses do Fundo Nacional de Saúde aos fundos municipais. O reajuste das duas modalidades do Piso da Atenção Básica (PAB) – fixo e variável – vai permitir a ampliação, com qualidade, de políticas como a Estratégia Saúde da Família (ESF).

O Ministério da Saúde vai reajustar em 27% os recursos transferidos por habitante – o chamado PAB Fixo – para 70% das cidades brasileiras. Essas são as localidades que mais precisam de investimento seguindo alguns critérios de inclusão social e renda.

O Ministério da Saúde publicou as regras do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ), nesta quarta-feira (20), e que compõem o PAB Variável. A iniciativa cria um componente de qualidade para todos os municípios com equipes de atenção básica que aderirem ao programa. Aquelas que atenderem aos parâmetros estipulados poderão até dobrar o valor do repasse que recebem.


Postado pela Assessoria de Imprensa do PT de Ubatuba – 27/07/2011
Fonte Agência Saúde/ Secretaria de Comunicação PT São Vicente

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Médicos e dentistas fraudam plantões e recebem sem trabalhar do governo do estado de São Paulo

No dia 20 de junho, a Fantástico apresentou uma reportagem especial sobre a saúde pública no Estado de São Paulo. São mais de 70 profissionais de saúde investigados, na capital e no interior do estado, dentre médicos e dentistas que recebiam o salário, mas simplesmente não apareciam para trabalhar nos plantões.

 

Vejam vocês o tamanho da fraude na saúde pública do Estado.  Alguns profissionais já foram presos. A Justiça já decretou, somente, naquele período, a prisão de 13 pessoas. Entre elas, seis médicos, dois dentistas, uma enfermeira e dois empresários. A investigação da polícia e do Ministério Público começou no Hospital de Sorocaba, um dos principais do interior paulista.

A fraude já impôs a demissão do secretário de Esporte de São Paulo, Jorge Roberto Pagura, e do coordenador da Secretaria Estadual de Saúde, Ricardo Tardelli. Neurocirurgião de renome, Jorge Pagura assuniu este ano a secretaria e é suspeito de receber dinheiro público da saúde sem trabalhar.

A investigação, já vem sendo realizada há uma ano, policiais civis e promotores que combatem o crime organizado começaram a investigar o Hospital de Sorocaba. E descobriram que o desvio passou dos R$ 2 milhões.

Se houvesse um controle efetivo, se constataria facilmente que a carga horária desenvolvida por essas pessoas é humanamente impossível. Nós temos aqui médico com 220 horas semanais”, afirma a promotora de Justiça Maria Aparecida Castanho.

A reportagem especial do Fantástico revela como funcionava esse esquema cruel que deixava a população sem atendimento médico.

Para ver a materia completa, CLIQUE AQUI.  Isso é somente uma parte da história, tem muito mais. 




Postado por Assessoria de Imprensa do PT de Ubatuba - 27/06/2011

 
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